segunda-feira, 30 de julho de 2012

Rua de lazer do JUEC





Neste domingo 29/07 o Grupo JUEC - Juventude unida em Cristo - da Comunidade de São Lourenço, bairro polivalente realizou a primeira Rua de Lazer naquele bairro. O grupo é coordenado atualmente pela Juceana Lopes. A atividade acontece da seguinte forma:  os jovens escolhem uma rua do bairro, convidam as crianças para um dia de lazer, muita animação e brincadeiras de montão. Os jovens são os responsáveis por organizar as brincadeiras e animar o pequenos. Muitas crianças participaram do evento, na oportunidade distribuiu-se doces, balas e salgadinhos. Aproveitamos o momento para divulgar o trabalho e demais atividades da PJ além de convidar novos jovens para o referido grupo. Estavam presentes também os jovens do grupo JUSS - Juventude Unida a Serviço do Senhor - da Comunidade de Santa Marta. Esperamos que outros grupos também desenvolva a atividade, pois é uma forma de envolver a comunidade. 

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Conheça e participe da campanha contra os agrotóxicos!


7 de abril de 2011


Da Campanha Permanente
Contra os Agrotóxicos e Pela Vida

O Brasil é o primeiro colocado no ranking mundial do consumo de agrotóxicos. Mais de um milhão de toneladas de venenos foram jogados nas lavouras em 2010, de acordo com dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola.
Com a aplicação exagerada de produtos químicos nas lavouras do país, o uso de agrotóxicos está deixando de ser uma questão relacionada especificamente à produção agrícola e se transforma em um problema de saúde pública e preservação da natureza.
O consumo de agrotóxicos cresce de forma correspondente ao avanço do agronegócio, modelo de produção que concentra a terra e utiliza  quantidades crescentes de venenos para garantir a produção em escala industrial.
Desta forma, o uso excessivo dos agrotóxicos está diretamente relacionado à atual política agrícola do país, que foi adotada a partir da década de 1960. Com a chamada Revolução Verde, que representou uma mudança tecnológica e química no modo de produção agrícola, o campo passou por uma “modernização” que impulsionou o aumento da produção, mas de forma extremamente dependente do uso dos pacotes agroquímicos [adubos, sementes melhoradas e venenos].
Segundo a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), na última safra foram vendidos mais de 7 bilhões de dólares em agrotóxicos. Todo este mercado se concentra nas mãos de apenas seis grandes empresas transnacionais, que controlam mais de 80% do mercado dos venenos. São elas: Monsanto; Syngenta; Bayer; Dupont; DowAgrosciens e Basf.
Nesse quadro, os agrotóxicos já ocupam o quarto lugar no ranking de intoxicações. Ficam atrás apenas dos medicamentos, acidentes com animais peçonhentos e produtos de limpeza. Essas fórmulas podem causar esterilidade masculina, formação de cataratas, evidências de mutagenicidade, reações alérgicas, distúrbios neurológicos, respiratórios, cardíacos, pulmonares, no sistema imunológico e no sistema endócrino, ou seja, na produção de hormônios, desenvolvimento de câncer, dentre outros agravos à saúde.

O QUE É A CAMPANHA

Diante dessa triste realidade mais de 30 entidades da sociedade civil brasileira, movimentos sociais, entidades ambientalistas, estudantes, organizações ligadas a área da saúde e grupos de pesquisadores lançaram a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida. A Campanha pretende abrir um debate com a população sobre a falta de fiscalização no uso, consumo e venda de agrotóxicos, ademais disso sobre a contaminação dos solos e das águas bem como denunciar os impactos dos venenos na saúde dos trabalhadores, das comunidades rurais e dos consumidores nas cidades.
Para além de denunciar as mazelas causadas pelas empresas e pelo uso de agrotóxicos, é preciso construir formas de restringir o uso de venenos e de impedir sua expansão, propondo projetos de lei, portarias e iniciativas legais e jurídicas.
Outro campo de atuação da campanha é o anuncio da possibilidade de construção de um outro modelo agrícola, baseado na agricultura camponesa e agroecológica. Temos estudos que comprovam que essa forma de produzir é viável, produz em quantidade e em qualidade suficientes para abastecer o campo e a cidade. Então propomos avançar na construção destas experiências que são a única saída para esse modelo imposto que concentra riquezas, expulsa a população do campo e produz pobreza e envenenamento. Produzir alimentos saudáveis com base em princípios agroecológicos, em pequenas propriedades, com respeito à natureza e aos trabalhadores é a única forma de acabar com a fome e de garantir qualidade de vida para as atuais e futuras gerações.
OBJETIVOS 

Podemos elencar como principais objetivos da campanha:

1-Construir um processo de conscientização na sociedade sobre a ameaça que representam os agrotóxicos, denunciando assim todos os seus efeitos degradantes à saúde, ao meio ambiente, etc;
2-Denunciar e responsabilizar as empresas que produzem e comercializam agrotóxicos;
3-Pautar na sociedade a necessidade de mudança do atual modelo agrícola que produz comida envenenada;
4-Fazer da campanha um espaço de construção de unidade entre ambientalistas, camponeses, trabalhadores urbanos, estudantes, consumidores e todos aqueles que prezam pela produção de um alimento saudável que respeite ao meio ambiente;
5-Explicitar a necessidade e o potencial que o Brasil tem de produzir alimentos diversificados e saudáveis para todos, em pleno convívio com o meio ambiente com base em princípios agroecológicos.

CONTATOS

Para atingir nossos objetivos é preciso que a Campanha se enraíze através da construção de comitês locais, para que todas as iniciativas possam ser absorvidas pelo conjunto da sociedade. As denúncias precisam chegar às escolas, igrejas, rádios locais, jornais do bairro, para que o povo possa discutir que tipo de comida quer se alimentar. Venha participar conosco na luta contra os agrotóxicos e pela vida!

Secretaria Operativa Nacional
fones: (11) 3392-2660/ (11) 7181-9737
e-mail: contraosagrotoxicos@gmail.com
skype: contraosagrotoxicos

sábado, 21 de julho de 2012

Estudo mapeia mortes de jovens no Brasil‏


AFONSO BENITESDE SÃO PAULO

Era 26 de março de 2010 quando o jovem Rafael Souza de Abreu, 16, virou mais um número para pesquisadores de segurança pública.
Nessa data, ele foi morto com oito tiros perto da casa de um amigo em Santos (SP). 
Segundo seu pai, o operador portuário José de Abreu, e a Promotoria, o rapaz foi confundido com um ladrão de uma loja de roupas e foi morto em represália a um furto que não praticou. 
Assim, ele passou a ser um dos 8.686 adolescentes e crianças assassinados naquele ano e engrossou a lista que, desde 1980, aumentou 376%. No mesmo período, entre 1980 e 2010, os homicídios como um todo cresceram 259%. 
Os dados são do "Mapa da Violência 2012 - Crianças e Adolescentes do Brasil", pesquisa que será lançada hoje. 
O levantamento analisa as informações do Ministério da Saúde sobre as causas das mortes de pessoas entre zero e 19 anos de idade. 
O ritmo de crescimento da morte entre jovens é constante. Em 30 anos, só teve queda quatro vezes. Nos demais aumentou entre 0,7% e 30%. 
Editoria de Arte/Folhapress








Um dado que chamou a atenção do sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, coordenador da pesquisa, foi quanto os homicídios de jovens representava no total de mortes. Em 1980, eles eram pouco mais de 11% dos casos de assassinato. Já em 2010, 43%. 
"Os homicídios de jovens continuam sendo o calcanhar de aquiles do governo. Esse aumento mostra que criança e adolescente não são prioridade dos governos", disse. 
Entre os Estados em que houve maior aumento dos assassinatos de jovens estão Alagoas, com uma taxa de 34,8 homicídios por 100 mil habitantes, Espírito Santo (33,8) e Bahia (23,8). 
Segundo Waiselfisz, vários fatores influenciam o aumento em determinadas regiões. Um deles é a interiorização dos homicídios. 
"Antes, a maior parte dos crimes acontecia nos grandes centros. Agora, com a melhor distribuição de renda, houve uma migração da população e os governos não conseguiram implantar políticas públicas para acompanhar essa mudança", disse. 
Os Estados que apresentaram as menores taxas foram Santa Catarina, (6,4), São Paulo (5,4) e Piauí (3,6). 
Para Alba Zaluar, antropóloga da Universidade Estadual do Rio, os dados devem ser analisados com "cuidado", já que entre 2002 e 2010 houve uma melhora na qualificação das estatísticas sobre mortes. Ou seja, casos que antes constavam como "outras violências" nos dados oficiais passaram a ser homicídios. 
"É muito complicado falar do aumento de mortes por agressão no Brasil como um todo", afirmou Zaluar. 
Waiselfisz diz que a pesquisa aponta que os problemas existem e serve de alerta para governos tentarem reduzir o índice, que já incluiu o assassinato do jovem Rafael. 
Em tempo: quatro pessoas, sendo três policiais, foram acusadas pela morte do adolescente. Mas o julgamento ainda não aconteceu. 
 

terça-feira, 17 de julho de 2012

Encontro de repasse do Plenarinho da Juventude





No último domingo, dia 15 de julho, realizamos no centro Paroquial o repasse do Plenarinho da Juventude da 35ª Romaria da Terra e das Águas. Foi destacado nesse encontro os temas: Economia Verde, Agrotóxicos, Conservação do Meio Ambiente, Bem Viver, Rio + 20. Nesse encontro lemos trechos do relatório final do Plenarinho. E conversamos sobre quais ações poderíamos desenvolver em nossa Paróquia para contemplar alguns pontos. Em primeiro lugar estaremos desenvolvendo a campanha permanente contra o Agrotóxico. Estaremos publicando em nosso blog texto informativos sobre os males causados pelo uso abusivo de agrotóxicos. Além iremos distribuir cópias do DVD produzido pelos idealizadores da campanha para os grupos de base e para nossas comunidades. Pretendemos ainda organizar e criar Hortas Orgânicas em algumas comunidades e confeccionar uma camiseta com slogan da campanha. Em breve mais novidades...

sexta-feira, 13 de julho de 2012


Cartaz da CF 2013, é divulgado



Foi divulgado no dia 06 de julho, na ExpoCatólica, o cartaz oficial da Campanha da Fraternidade 2013 que, pela segunda vez, terá como tema a juventude. “Eis-me aqui, envia-me” (Is 6,8) é o lema escolhido pelos bispos para iluminar a campanha. 

A primeira vez que a Igreja do Brasil escolheu a juventude como tema da Campanha da Fraternidade foi em 1992. "Juventude - caminho aberto" foi o lema escolhido para aquela edição.

Por Gelinton Batista

Fonte: pjparana.com